quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

English Culture I


Vegetarianos


A cultura Vegetariana é um movimento que surgiu na década de 50 em França, atingindo o seu ponto alto apenas em 60. Esta cultura adopta um estilo de vida, em plena união com os animais, com a natureza e com o ambiente. Gosta de estar em consonância com estes três pontos. São os três elementos essenciais para com o seu deus.
A cultura Vegetariana, defende o vegetarianismo como a “prática de não comer carne, aves, peixes mas ingere os seus subprodutos como é o caso de lacticínios, frutos do mar e ovos. A cultura Vegetariana, conseguiu com o passar do tempo estabelecer uma hierarquia dentro desta, mostrando que há uma hierarquia cada vez mais marcada nesta subcultura.
Existem duas formas de vegetarianos, os vegetarianos puros, que apenas não ingerem carne, aves, peixes mas ingerem os seus subprodutos, e os vegetarianos restritos, que apenas não ingerem carne, peixes, aves eliminando da sua alimentação os seus subprodutos.
Os Vegetarianos entendem contudo, que o vegetarianismo está intimamente ligado à mente, à nutrição e ao meio animal, existindo uma forte relação presente em três termos. O deus do vegetarianismo tem com nome Veggie, e proclama que para ser vegetariano há que interiorizar um conjunto de razoes, desde as razoes de saúde, às ecológicas, éticas, humanas e espirituais, razões essas que são impostas por Veggie.
Por isso, hoje em dia e cada vez mais, imensas pessoas seguem uma alimentação vegetariana, não para melhorarem a sua saúde, mas sim para estarem em harmonia com a sua mente.
Nesta subcultura, a motivação consiste em racionalizar a utilização dos recursos naturais para a obtenção de alimentos. Contudo, um vegetariano tem uma forma um pouco diferente de estar na vida. Tem a noção que exclui um elo da cadeia alimentar. Mas isso não sucede ao pormenor porque apesar de não se comer carne, peixe e aves, consome-se os seus derivados e para isso é preciso que os animais sejam mortos. Então, indirectamente, quebra-se um elo da cadeia alimentar, impedindo de que essa se torne mais eficiente e não reduzindo assim o impacto ambiental da sua alimentação. Contudo, muitos vegetarianos concebem o Homem como superior ao animal, do ponto de vista dos direitos dos animais. Ou seja, não é justo tirar a vida a um animal para alimentar um ser humano, especialmente quando a vida desse ser não depende da vida do animal. Portanto, os animais e os seres humanos devem coexistir. Nesta subcultura, o vestuário passa pelo uso de peças de lã, cabedal e outros materiais que sejam provenientes de origem animal. Controverso, não é? Mas para eles, a carne, peixe e aves, devem ser abolidas da sua alimentação, mas para o seu vestuário já é necessário a utilização de peças de origem animal. As motivações religiosas são, muitas vezes, revestidas de grande complexidade, isto é, comer carne não é necessariamente visto como um pecado, (por exemplo). É de realçar que, até então, a cozinha vegetariana estava associada, ou era apenas sinónimo, de tofu mole e fermento nutritivo, mas tudo mudou. Hoje em dia é possível cozinhar um sem número de pratos e poder contar no fim com uma refeição saborosa e bastante saudável.
É de fixar que neste momento, segundo um estudo publicado, Portugal já conta com 3 milhões de adeptos.